M C&T: Quem é Mercadante?

Um novo ano se inicia e com ele grandes mudanças são feitas. Para início de conversa, surge a primeira presidenta (ou presidente) do Brasil, Dilma. Alguns gramáticos dizem ser melhor utilizar o termo presidenta, já que as mulheres estão cada vez mais ganhando destaque no cenário nacional. Outros preferem manter o termo clássico. Mas a verdade é que o Aurélio não previa o mesmo bafafá que Cristina passou em sua tomada ao poder…

Mas mudando o assunto e focando em nosso tema… Com as mudanças vieram novos ministros. Entre eles, um de peso que ajudará (?) Dilma. O novo ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante. Um cara que ajudou a fundar o PT. Não estou aqui para discutir direita ou esquerda, mas apenas para citar uma breve bibliografia (encontrada na internet) sobre Mercadante.

É importante saber de quem teremos que cobrar os financiamentos e a aplicação de verba no desenvolvimento da Ciência e da Tecnologia. O responsável por representar tantos pesquisadores do Brasil inteiro, em apenas uma mesa em Brasília.

Afinal, quem é Mercadante?

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Filho de General do Exército e ex-comandante da ESG (Escola Superior de Guerra), é formado em economia pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP), na qual, durante seus estudos, destacou-se sendo presidente das entidades estudantis Associação Atlética Acadêmica Visconde de CairuCentro Acadêmico Visconde de Cairu. É mestre em economia pela Universidade de Campinas (Unicamp), e professor licenciado da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Recentemente, defendeu sua tese de doutorado no Instituto de Economia da Unicamp.

Mercadante foi vice-presidente nacional do PT e secretário de relações internacionais, além de integrante do Diretório Nacional e da Executiva Nacional. Participou da elaboração dos programas de governo do PT e foi coordenador da campanha presidencial do partido nas eleições de 1989 e 2002. Foi candidato à vice-presidência da República na chapa de Lula nas eleições de 1994.

Em sua primeira disputa por uma vaga de deputado federal, em 1990, foi eleito como o mais votado do PT. Na Câmara, destacou-se em duas importantes Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs): a do PC Farias e a do Orçamento.

Na campanha de 1994, Mercadante abriu mão de uma provável reeleição para a Câmara dos Deputados e concorreu à vice-presidente da República na chapa de Lula.

Em 1996 coordenou o programa de governo do PT e foi candidato a vice-prefeito de São Paulo na chapa de Luiza Erundina. Foi protagonista no debate econômico nacional, participando de palestras e publicando artigos propondo um modelo alternativo de desenvolvimento. Este período resultou no lançamento do livro “O Brasil Pós-Real”, organizado por Mercadante.

Em 1998, Mercadante voltou à Câmara dos Deputados como o terceiro deputado mais votado do país – 241.559 votos. Em seu segundo mandato, participou de diversas comissões especializadas nas áreas econômica, financeira e tributária. Presidiu a Comissão de Economia, Indústria e Comércio (1999), foi líder da Bancada do PT (2000) e membro das comissões de Relações Exteriores e Defesa Nacional e de Finanças e Tributação (2001).

Ao concorrer a uma vaga no Senado em 2002, Mercadante obteve a maior votação da história do País – 10.497.348, recorde superado por Aloysio Nunes, do PSDB, que obteve 11.182.669 votos nas eleições de 2010. No Senado, exerceu a liderança do governo até junho de 2006.

Em 2006, foi candidato ao governo de São Paulo pelo PT, quando obteve o maior número de votos do partido no Estado – 6.771.582 votos. Neste mesmo ano, lançou o livro: “Brasil – Primeiro Tempo”, uma análise comparativa do Governo Lula. De 20072008, presidiu a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado.

Durante o processo de cassação do senador Renan Calheiros (PMDB-AL) defendeu a junção de todas as denúncias contra Calheiros, para que os processos fossem julgados de uma única vez, em sessão aberta. Em discurso, defendeu sua posição: “Meu voto não foi de omissão, como alguns disseram. Foi um voto transparente, de quem entende que o julgamento de mérito se faz com base na conclusão do processo”[1].

Em janeiro de 2009, foi eleito líder do PT no Senado. Em 20 de agosto de 2009, anunciou que iria renunciar ao cargo, por causa da decisão de seu partido de arquivar a abertura de investigação pelo Conselho de Ética contra o presidente da Senado FederalJosé Sarney.[2] No dia seguinte, porém, em discurso no Senado, após longa conversa noturna com o presidente Lula, afirmou que – contra a vontade de sua família – aceitava o pedido do presidente para que continuasse na liderança.

Em 2010, concorreu como candidato ao governo do estado de São Paulo pelo PT, sendo, porém, derrotado no primeiro turno por Geraldo Alckmin. Foi convidado a integrar o governo da presidente Dilma Rousseff para assumir o Ministério de Ciência e Tecnologia em 2011[3].

Fonte: Wikipedia

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