Arquivos da Categoria ‘Brasil’

LANÇAMENTO COLETIVO DA EDUFBA/ MARÇO

Postado por João Paulo Em 24 de March de 2010


No próximo dia 25 de março, às 18 horas, na Biblioteca Central Reitor Macedo Costa, a Editora da Universidade Federal da Bahia (EDUFBA) realizará um evento que lançará diversas publicações numa mesma ocasião.

Os livros estarão com descontos que serão prato cheio para os que querem ampliar suas próprias bibliotecas, além do fato, de que será uma grande oportunidade, já que distintas áreas de conhecimento e atuação estarão presentes, trocando experiências e tendo acesso ao que de melhor vem sendo produzido na academia.

SERVIÇO

O que: Lançamento Coletivo da EDUFBA/ Março

Quando: 25 de março de 2010, 18 horas

Onde: Biblioteca Central Reitor Macedo Costa, Rua Barão de Jeremoabo, s/n, Campus de Ondina

Livros a serem lançados:

Comunicação e mobilidade: aspectos socioculturais das tecnologias móveis de comunicação no Brasil

André Lemos/ Fábio Josgrilberg (org.)

Neste livro, o leitor encontrará uma coleção de artigos que traçam um panorama completo e atual da comunicação móvel no Brasil. Os artigos abordam diversas temáticas relevantes para a compreensão complexa do fenômeno, como a relação das tecnologias móveis de comunicação com os diversos agentes da sociedade.

Preço: R$ 25,00

Preço de lançamento: R$ 20,00

Desenvolvimento e hormônios vegetais

Hermínia Bastos Freitas

Elaborado na perspectiva de ser mais uma opção de estudo e de aprendizagem do belo processo de desenvolvimento das plantas, este livro se insere no contexto da Fisiologia Vegetal, disciplina básica para a formação dos biólogos e de profissionais de áreas afins.

Preço: R$ 22,00

Preço de lançamento: R$ 18,00

O mito cristão no cinema

Laércio Torres de Góes

Este livro analisa as diferentes representações de Cristo nas telas, utilizando como base de interpretação o contexto histórico de cada filme. Mas isso não sem antes discutir a origem do Cristianismo, a teologia e a mitologia cristã e suas influências na estrutura narrativa e moral da Sétima Arte.

Preço: R$ 20,00

Trabalho emocional: demandas afetivas no exercício profissional

Mirele Cardoso do Bonfim e Sônia Maria Guedes Gondim

O leitor terá a possibilidade de realizar a leitura pouco encontrada nos livros nacionais, mas que trata de aspectos cotidianos no exercício profissional: os afetos. Tais fenômenos, embora tenham permanecido negligenciados nos estudos organizacionais, são intensamente demandados do trabalhador, sobretudo atualmente, para que este atenda às exigências ocupacionais, notadamente, no setor de serviços.

Preço: R$ 22,00

Preço de lançamento: R$ 18,00

Tópicos: séries e equações diferenciadas (3ª edição)

Maria Svec, Maria Cristina Menezes, Márcia Barbosa de Menezes e Sirlane Barreto

A idéia original dessa publicação é servir de texto básico para os alunos da disciplina Cálculo III-A, oferecida pelo instituto de Matemática da Universidade Federal da Bahia. A capa representa a síntese de um perfil humano por uma série de Fourier.

Preço: R$ 30,00

Preço de lançamento: R$ 25,00

Avaliação e gestão: teorias e práticas

Robinson Moreira Tenório e Uaçaí de Magalhães Lopes (org.)

Este livro propõe que a avaliação seja um processo de coleta de informações de qualidade para a melhoria de um determinado processo. Essa definição realiza uma comunhão entre as ações de avaliar e a realização da tomada de decisão. Implica que a avaliação não é uma atividade neutra, o julgamento que carrega como parte do seu processo já traz em si uma tomada de decisão.

Preço: R$ 38,00

Preço de lançamento: R$ 32,00

Vigilância sanitária: temas para debate

Ediná Alves Costa (org.)

O livro pretende contribuir no ensino de vigilância sanitária, com um conjunto de temas, cuja seleção não pretendeu ser exaustiva, levando em conta sua presença constante nos cursos, a disponibilidade já de alguns textos e a experiência desenvolvida no Instituto de Saúde Coletiva/ UFBA no ensino de vigilância sanitária em seus vários níveis.

Preço: R$ 25,00

Preço de lançamento: R$ 20,00

Avaliação educacional: desatando e reatando nós

José Albertino Carvalho e Maria Virgínia Dazzani (org.)

Neste livro pretende-se questionar a necessidade do caráter público das avaliações realizadas sobre políticas educacionais, diante do aprofundamento da tecnização dos mecanismos de avaliação em detrimento da participação efetiva e política da sociedade nesse processo.

Preço: R$ 35,00

Preço de lançamento: R$ 30,00

EDUFBA – Editora da Universidade Federal da Bahia
Fone/Fax: (71) 3283-6160
edufba@ufba.br
www.edufba.ufba.br

Estudo questiona risco de escassez de engenheiros no país

Postado por João Paulo Em 23 de March de 2010

Elaborado pelo Ipea, estudo não confirma que país precisa de mais engenheiros, enquanto o crescimento não passar de 5% ao ano

O atual ritmo de formação de engenheiros no Brasil é suficiente para suprir a demanda por profissionais dessa área se o ritmo de crescimento da economia nacional também se mantiver nos patamares de hoje e não ultrapassar os 5% ao ano, considerando o período 2009-2022.

O equilíbrio entre a demanda e a oferta de engenheiros é potencialmente frágil e um maior crescimento econômico poderá gerar um déficit de engenheiros, aponta o estudo “Escassez de engenheiros: realmente um risco?”, divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) no número 6 da publicação Radar. Se o PIB crescer 5% ao ano ou mais até 2022, a formação de profissionais, nas taxas atuais será insuficiente para atender o mercado, mostra o estudo.

No estudo, de seis páginas, os técnicos do Ipea afirmam, com base em dados do Censo populacional e do Ministério da Educação (MEC), que existiam 750 mil engenheiros disponíveis no mercado de trabalho; e 211,7 mil empregos formais em ocupações típicas das engenharias em 2008.

Esse primeiro estudo sobre o assunto não leva em conta a qualidade dos profissionais formados pelas escolas de engenharia no país. Assim, para cada dois graduados em engenharia trabalhando em ocupações típicas da sua formação com carteira assinada, outros cinco formados na área trabalham em outras ocupações, estão desempregados, não são assalariados, emigraram ou estão fora do mercado de trabalho, explicou a Inovação o técnico de planejamento e pesquisa da Diretoria de Estudos Setoriais do Ipea, Paulo Mayer Nascimento, um dos autores do estudo.

Na apresentação feita no lançamento do Radar 6, no Ipea, em Brasília, Divonzir Arthur Gusso, outro técnico de planejamento e pesquisa da Diretoria de Estudos Setoriais do instituto e também autor da pesquisa, explicou os números encontrados pelo grupo de pesquisa que analisou a formação de engenheiros no país.

Além de Nascimento e Gusso, assinam o artigo Aguinaldo Maciente, Thiago Araújo e Alex Pena Tosta da Silva. Os pesquisadores consideraram a formação de engenheiros, arquitetos e afins, classificadas na Relação Anual de Informações Sociais (Rais), fornecida pelo Ministério do Trabalho.

Eles calcularam a demanda por engenheiros em diferentes cenários econômicos, projetaram as taxas atuais de formação de engenheiros e cruzaram esses números com a relação de quantos graduados em engenharia trabalham, de fato, em áreas dentro da sua formação.

Crescimento do PIB e necessidade de engenheiros

Do lado da procura, as projeções dos técnicos mostram que, caso a economia cresça 3% ao ano, o Brasil precisará de mais 60 mil engenheiros até 2012 e mais 220 mil até 2022 em relação a 2008. Para um crescimento de 5% ao ano, entre 2009 e 2012 o país precisará de mais 85 mil engenheiros; entre 2013 e 2015, mais 90 mil, e entre 2016 e 2022, mais 320 mil.

No total, entre 2009 e 2022, o estudo calculou que, para atender à demanda de 5% de crescimento ao ano, a economia usará 708 mil engenheiros. Para 7% ao ano, entre 2009 e 2012 a demanda chegaria a 130 mil engenheiros; entre 2013 e 2015, a 150 mil; e entre 2016 e 2022, a 650 mil, totalizando 1,135 milhão de novos engenheiros formados entre 2009 e 2022.

Do lado da oferta, as projeções do Ipea indicam que entre 2009 e 2012 o país terá 220 mil mais engenheiros formados. Entre 2013 e 2015, mais 195 mil; e entre 2016 e 2022, mais 560 mil, se mantido o nível atual das taxas de formação observadas pelos técnicos do instituto. Ou seja, em 2022, o Brasil terá 1,6 milhão de graduados em cursos de engenharia.

A se manter essa taxa, o país terá profissionais em número suficiente para taxas de crescimento entre 3% e 5% ao ano, mas não mais que isso, alertou o pesquisador na apresentação. Isso porque é preciso considerar que nem todos os formados em engenharia vão trabalhar, de fato, em atividades típicas da carreira. Se for considerada a média de dois graduados trabalhando na área e cinco atuando em outras áreas, ou fora do mercado, ou no exterior, o 1,6 milhão de graduados não será suficiente para atender à necessidade gerada por um crescimento do PIB superior a 5% ao ano.

“Nós fizemos simplificações. Supusemos diferentes cenários, mas trabalhamos com a perspectiva de que a forma de organização da economia seja parecida com a de hoje nos cenários futuros”, explica Paulo Nascimento. Ele lembra que se o cenário mudar e a economia brasileira se tornar mais intensiva em conhecimento e tecnologia, por exemplo, a necessidade de engenheiros também muda.

“Não pudemos, por exemplo, trabalhar com a questão da exploração do petróleo no pré-sal. Não incorporamos nesse estudo as mudanças que possam levar nossa economia a desenvolver setores mais avançados e que demandam mais inovação”, acrescenta.

O setor produtivo tem manifestado constantemente a preocupação com a formação de engenheiros. A SAE Brasil, associação de engenheiros da indústria da mobilidade – que, além do automobilístico, engloba os setores aeronáutico, ferroviário, rodoviário, etc. – criou um curso de mestrado, em parceria com o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e a Unicamp, para dar conta da formação dos profissionais de que precisam os setores que representa.

A Embraer mantém uma parceria com o ITA há sete anos para oferecer a engenheiros recém-formados um curso de mestrado profissionalizante na área de engenharia aeronáutica, forma que a empresa encontrou de obter os profissionais com o perfil de que precisa.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) criou em maio de 2006 um programa de modernização da engenharia no Brasil, o Inova Engenharia, para mobilizar academia, poder público e empresas em torno do assunto. O programa é coordenado pelo Instituto Euvaldo Lodi (IEL) e pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).

Mas se estamos formando engenheiros em número suficiente, por que os empresários expressam preocupação e alertam para a falta desses profissionais no mercado? “É bem possível que falte engenheiros em áreas mais especializadas. Nesse primeiro estudo que fizemos fomos mais generalistas, tratamos da engenharia, da arquitetura e afins, seguindo a classificação da Rais, do Ministério do Trabalho. Não olhamos os principais setores da nossa economia para saber de quais engenheiros precisam, mas isso não invalida nosso trabalho”, responde Nascimento.

“A questão agora é saber para quais especialidades de engenheiros há mais demanda, e não simplesmente falar em formar engenheiros de maneira geral”, prossegue. Os estudos relacionados ao assunto vão continuar no Ipea e as análises por setores deverão ser um dos temas dentro do assunto maior que é a formação de engenheiros.

Outra preocupação dos empresários comumente manifestada é a qualidade dos engenheiros formados no país. Os novos estudos do Ipea relacionados à formação dos engenheiros no Brasil devem trabalhar com esse aspecto.

“Estamos estudando a melhor forma de dar peso à questão da qualidade. Precisamos identificar algum tipo de indicador, algum tipo de aproximação relacionada ao assunto”, afirma Nascimento. Uma possível variável a ser considerada pelos técnicos do Ipea são as avaliações do MEC relacionadas aos cursos de graduação, cruzando-se o número de engenheiros formados pelas instituições avaliadas pelo ministério.

(Janaina Simões, do Inovação Unicamp, 22/3)

Fonte: Jornal da Ciência

E-books Grátis

Postado por João Paulo Em 20 de March de 2010

[photopress:unibibliweb.jpg,full,centered]

O Unibibliweb é um Portal de Serviços e Conteúdo Digital das principais universidades estaduais de São Paulo. Mantida pela USP, UNESP e UNICAMP, a biblioteca digital contém E-books de diversos assuntos como Ciência, Tecnologia, Engenharia, Administração e Direito.

Missão: Consolidar o trabalho participativo e integrado dos Sistemas das Universidades Estaduais Paulistas, buscando, principalmente, a cooperação, o compartilhamento e a racionalização dos recursos.

Visão: Ser modelo de excelência nacional no trabalho de forma cooperativa pelo serviço que presta à comunidade.

Histórico: O CRUESP/BIBLIOTECAS, iniciou suas atividades em 1999, como Grupo de Estudos, instituído pela Resolução do Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (CRUESP) 149/99, tendo por objetivo a integração dos Sistemas de Bibliotecas da USP, UNESP e UNICAMP.

O CRUESP/Bibliotecas hoje é um consórcio que reune 89 bibliotecas, atendendo cerca de 180.000 usuários inscritos (docentes, alunos e funcionários), além de outros usuários pertencentes à comunidade externa, contando com um acervo de mais de 4.470.000 itens.

Coordenação Atual: O Consórcio CRUESP/Bibliotecas é coordenado pelos Diretores dos Sistemas de Bibliotecas das três Universidades Estaduais Paulistas.

Eliana de Azevedo Marques (USP)
Prof. Dra. Marta Ligia Pomim Valentim (UNESP)
Luiz Atílio Vicentini (UNICAMP)

Conheça:

http://bibliotecas-cruesp.usp.br/unibibliweb/cruesp_ebooks.html

Velocímetro da morte

Postado por João Paulo Em 19 de March de 2010

A que velocidade se move o mundo? Em que sentido se dá seu giro? Em que órbita estamos? A vida nos faz indagações críticas, e a falta de atenção nos deixa pasmos diante de coisas simples…

O mundo hoje é cada dia mais rápido, mais avançado, mais corrido… O giro é um ciclo cada vez mais acelerado, casa-trabalho-trabalho-casa, casa-colégio-colégio-casa, e nesses caminhos cotidianos nos perdemos numa rota monótona em que uma novidade à frente de nossos olhos passa simplesmente despercebida.

A órbita nossa é a capitalista, o ciclo é financeiro, e a velocidade é a do “quem oferece mais”. Infelizmente tornou-se comum as tragédias da TV e as polêmicas do Congresso. Comodidade. Essa é a palavra certa para um mundo cada vez mais moderno.

Mas a modernidade nem sempre trás problemas, pelo contrário, sua auto-criação foi dada pela necessidade de melhorar o mundo e as condições de vida de seus moradores… Porém alguns gananciosos determinados pelo poder instantâneo, passaram a transformar o que era bom em ruim, favorecendo os egos egoístas, sim, não é pleonasmo, mas é que é tanto egoísmo que não há forma melhor de representá-lo.

Mas é assim que vai correndo a vida e a vida vai passando, a morte chegando e novos desastres econômicos, ambientais e morais, aparecendo… é a vida, é bonita, é bonita?? Pode até ser, depende de nós.

Freitas, J.P.O.

Poesia Matemática

Postado por João Paulo Em 19 de March de 2010

[photopress:millor.jpg,full,alignright]

Millôr Fernandes


Às folhas tantas
do livro matemático
um Quociente apaixonou-se
um dia
doidamente
por uma Incógnita.
Olhou-a com seu olhar inumerável
e viu-a do ápice à base
uma figura ímpar;
olhos rombóides, boca trapezóide,
corpo retangular, seios esferóides.
Fez de sua uma vida
paralela à dela
até que se encontraram
no infinito.
“Quem és tu?”, indagou ele
em ânsia radical.
“Sou a soma do quadrado dos catetos.
Mas pode me chamar de Hipotenusa.”
E de falarem descobriram que eram
(o que em aritmética corresponde
a almas irmãs)
primos entre si.
E assim se amaram
ao quadrado da velocidade da luz
numa sexta potenciação
traçando
ao sabor do momento
e da paixão
retas, curvas, círculos e linhas sinoidais
nos jardins da quarta dimensão.
Escandalizaram os ortodoxos das fórmulas euclidiana
e os exegetas do Universo Finito.
Romperam convenções newtonianas e pitagóricas.
E enfim resolveram se casar
constituir um lar,
mais que um lar,
um perpendicular.
Convidaram para padrinhos
o Poliedro e a Bissetriz.
E fizeram planos, equações e diagramas para o futuro
sonhando com uma felicidade
integral e diferencial.
E se casaram e tiveram uma secante e três cones
muito engraçadinhos.
E foram felizes
até aquele dia
em que tudo vira afinal
monotonia.
Foi então que surgiu
O Máximo Divisor Comum
freqüentador de círculos concêntricos,
viciosos.
Ofereceu-lhe, a ela,
uma grandeza absoluta
e reduziu-a a um denominador comum.
Ele, Quociente, percebeu
que com ela não formava mais um todo,
uma unidade.
Era o triângulo,
tanto chamado amoroso.
Desse problema ela era uma fração,
a mais ordinária.
Mas foi então que Einstein descobriu a Relatividade
e tudo que era espúrio passou a ser
moralidade
como aliás em qualquer
sociedade.


Texto extraído do livro “
Tempo e Contratempo“, Edições O Cruzeiro – Rio de Janeiro, 1954, pág. sem número, publicado com o pseudônimo de Vão Gogo.

Imagem e Conteúdo: RELEITURAS.COM http://www.releituras.com/biofotos/millor.jpg

Veja o vídeo:

Sobre Mim

Ciência e Tecnologia: duas palavras que me encantam desde pequeno. A melhor coisa que tem é você fazer o que gosta, e hoje estou na Engenharia Mecânica, na Faculdade de Engenharia de Bauru, UNESP. Pesquisas científicas e desenvolvimento de projetos são meus objetivos. Abaixo, meu currículo Lattes:
http://lattes.cnpq.br/1198397415430883

Twitter

    Fotos

    RoboCopWe can do this the easy way... or my way.The Man Who Fell to EarthKing Kong Escapes