Arquivos da Categoria ‘Brasil’

Programa “Tome Ciência”

Postado por João Paulo Em 14 de March de 2010

PROGRAMA SOBRE CIÊNCIA DEBATE DIVERSOS ASSUNTOS DA REALIDADE E ATUALIDADE NA TV E NA INTERNET, DIVULGANDO TEMAS CIENTÍFICOS E EXPLORANDO OS SABERES DAS COISAS…

[photopress:tomeciencia.gif,full,centered]

Apresentado pelo jornalista André Motta Lima, o programa conta com a participação de um Conselho Científico integrado pelas entidades vinculadas à Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência – SBPC, permitindo que cientistas de várias especialidades debatam temas da atualidade.

HORÁRIOS EM TV:

Na RIO TV, canal legislativo da Câmara Municipal do Rio de Janeiro(canal 12 da Net Rio), às 24 horas dos sábados e 8:30 horas da manhã dos domingos.

Na TV ALERJ, da Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, às 19 horas dos domingos, com reprises às 20,30 horas das quintas, por satélite (Brasilsat – B4 at 84° W / taxa de símbolos = 3,0 MSps / frequência Banda-C = 3816,0 MHz / FEC = ¾ / frequência banda-L = 1334,0 MHz /  polarização = horizontal), pela internet (www.tvalerj.tv) e pelos  sistemas a cabo das seguintes cidades do estado: Angra dos Reis (14), Barra Mansa (96), Cabo Frio (96), Campos dos Goytacazes (15), Itaperuna (61), Macaé (15), Niterói (12), Nova Friburgo (97), Petrópolis (95), Resende (96), Rio de Janeiro (12), São Gonçalo (12), Teresópolis (39), Três Rios (96) e Volta Redonda (13)

Na TV ALES, da Assembléia Legislativa do Estado do Espírito Santo (canal 12 da Net), às 9 e 22 horas das quintas-feiras.

Na TV CÂMARA, da Câmara Municipal de Angra dos Reis (canal 14 da Net) e pela internet (www.cmar.rj.gov.br), às 19 horas das quartas-feiras, com reprises durante a programação.

Na TV UFAM, da Universidade Federal do Amazonas (canal 7 e 27 da Net), às 16 horas no sábado, com reprise às 21 horas dos domingos, 10 horas deas segundas, 15 horas das terças e 8 horas das quartas.

Na TV UFSC, da Universidade Federal de Santa Catarina (canal 15 da Net), às 19:30 horas das terças-feiras, com reprises durante a programação.

PODE-SE ASSISTIR O PROGRAMA PELA INTERNET, ATRAVÉS DO SITE

http://www.tomeciencia.com.br

AS INFORMAÇÕES FORAM OBTIDAS NO PRÓPRIO SITE DO TOME CIÊNCIA.

A importância da Ciência para a Nação

Postado por João Paulo Em 14 de March de 2010

CNPq concederá duas mil bolsas de apoio técnico

Postado por João Paulo Em 13 de March de 2010
[photopress:cnpq2.jpg,full,alignright]

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientifico e Tecnológico (CNPq) disponibilizará aproximadamente R$ 18,7 milhões para a concessão de bolsas de Apoio Técnico

 

O objetivo é apoiar projetos de pesquisa científica e tecnológica ou de inovação. O edital, lançado na quarta-feira (10/3), encerra o prazo para inscrições em 26 de abril. Cada proponente poderá solicitar apenas uma bolsa, de nível médio ou nível superior.

São mil bolsas de nível médio para profissionais com segundo grau completo ou perfil equivalente, exercendo atividades técnicas de nível intermediário e de média complexidade, que exigem supervisão, orientação e acompanhamento constantes. As outras mil, de nível superior, são para candidatos com terceiro grau completo ou perfil equivalente, para exercer atividades técnicas de nível superior, envolvendo técnicas e métodos específicos. As bolsas terão duração de até dois anos e o seu valor será definido pela tabela vigente quando da implementação do projeto.

O responsável pela apresentação da proposta deve possuir título de doutor, currículo cadastrado na Plataforma Lattes, ser o coordenador do projeto, ter experiência em atividades de pesquisa, em produção científica, tecnológica ou cultural e vínculo celetista ou estatutário com a instituição de execução do projeto. Já o bolsista precisa ter escolaridade compatível com a bolsa solicitada, além de experiência e domínio em atividades indispensáveis ao apoio técnico a projetos de pesquisa científica e/ou tecnológica.

As propostas devem ser acompanhadas de arquivo contendo o projeto em formato resumido e encaminhadas ao CNPq por meio do Formulário de Propostas On-line, disponível na Plataforma Carlos Chagas. Os resultados serão divulgados no Diário Oficial da União e na página do CNPq a partir de junho de 2010.

Para mais informações consulte o Edital: http://www.cnpq.br/editais/ct/2010/010.htm

 

(Assessoria de Comunicação do CNPq)

Fonte: Jornal da Ciência

Imagem: CGEE.org.br

[photopress:cite.jpg,full,alignleft]O evento, promovido pela Fundação de Amparo à Pesquisa (FAP-DF), contou nesta terça-feira (9/3) com a participação do secretário geral da 4ª Conferência Nacional de CT&I, Luiz Davidovich, que adiantou os planos ambiciosos do evento Entre eles está a proposta de indicar medidas de desenvolvimento que sejam alavancas para os próximos dez anos. “Temos que ter uma preocupação coletiva de apontar claramente para certas questões. Já tivemos nesse país grandes movimentos, como o ‘petróleo é nosso’. Talvez um grande tema agora seja ‘a Amazônia é nossa’. Nós precisamos de pesquisas, de alta tecnologia para tirar riquezas da Amazônia conservando a floresta em pé”, destacou. Como parte das preparatórias da conferência nacional, que ocorre no final de maio em Brasília, o seminário do DF reuniu representantes de todos os setores, entre eles jovens do ensino médio. A ideia era chegar a um consenso das principais demandas do segmento, para apresentá-las na conferência regional e, posteriormente, na nacional. Para o secretário de Ciência e Tecnologia do Distrito Federal, Izalci Lucas, o evento local foi bastante desafiador, pois a unidade da Federação tem um cenário muito diversificado se comparado aos demais estados da região. “Mato Grosso e Goiás ainda têm o foco na formação de profissionais e nós já temos um grande número de pesquisadores. A nossa preocupação agora é a consolidação da transformação do conhecimento em produtos, em qualidade de vida”, disse. “O DF é o centro nervoso do país em termos políticos e isso lhe dá uma importância muito grande em termos de influência e de geração de políticas. E certamente ter a comunidade daqui envolvida nessa discussão sobre ciência, tecnologia e inovação é importante”, acrescentou Davidovich. Alinhados à política nacional de C&T, os assuntos discutidos durante a conferência foram divididos em quatro temáticas. São elas: o “sistema de CT&I do DF”, “empreendendo e inovando na sociedade”; “áreas estratégicas para pesquisa, desenvolvimento e inovação” e “ciência, tecnologia e inovação para o desenvolvimento social”. Os trabalhos divulgados no final do encontro levantaram propostas como a importância de manter os 2% para C&T na Lei Orgânica, estabelecer uma plataforma para atrair empresas para o DF, criar a Agência do Empreendedor Inovador (um local em que o empresário possa resolver todas as questões administrativas), desenvolver uma política de recursos humanos em todos os níveis de formação, entre outras. “A conferência do DF sem dúvida deixa uma contribuição em conteúdo, em participação e, sobretudo, uma boa notícia de que é pelo conhecimento que nós vamos superar as nossas grandes dificuldades sociais, econômicas e políticas”, pontuou a presidente da FAP-DF, Maria Amélia Teles. “A partir do momento em que nós verdadeiramente investirmos nisso, poderemos dizer que estamos fazendo com que o conhecimento gere um novo perfil de uma cidade que tem que ser referência para o país”, concluiu. Marco regulatório Para Luiz Davidovich, a conferência será uma oportunidade de colocar em pauta os principais gargalos do setor. Ele aponta como essencial o debate sobre o marco regulatório, que precisa ser, na opinião do professor, aprimorado para impulsionar as pesquisas no país. “Precisamos melhorar o marco legal, que é uma verdadeira camisa de força atualmente para o sistema. Claro que é importante ter um controle das despesas, mas é preciso ter um esclarecimento e notar a peculiaridade dos gastos da área. É importante agilizar os processos, desburocratizar”, destacou Davidovich. Segundo ele, fazer licitação, por exemplo, para comprar equipamento de pesquisa pode prejudicar os resultados dos estudos. “Se for comprar o equipamento mais barato, o pesquisador provavelmente não conseguirá fazer sua pesquisa. O Importa Fácil para a maioria dos profissionais do setor é o importa difícil”, provocou. A questão do marco regulatório também é uma preocupação da presidente da FAP-DF, Maria Amélia Teles, que destacou a urgência em rever o tema. “Produzir conhecimento não é a mesma produção de escala da indústria. Nós não podemos ficar dentro de uma vala comum. Não podemos ser cobrados como as empresas que visam o lucro. Realmente é muito complicada hoje a questão da legislação para o pesquisador”, avalia. O secretário geral também destacou em Brasília os objetivos audaciosos, mas fundamentais, da conferência nacional. Como ponto principal, ele considera a importância de estimular a criação de uma política de Estado ante a um plano de governo. “Nós realmente precisamos de uma política para dar estabilidade ao setor, seguindo exemplos de outros países bem sucedidos nessa área”, diz. Também elege como primordial fazer com a CT&I se tornem efetivas componentes do desenvolvimento sustentável, tanto do ponto de vista econômico, como social e ambiental. Para ele, isso significa estimular a atividade de pesquisa, ciência e inovação nas empresas e a incorporação dos avanços inovadores nas políticas públicas. O professor pontua, ainda, a necessidade de investir em educação para manter o crescimento da atuação do Brasil na área. “Nós temos 200 milhões de habitantes e temos que usar essa população para o desenvolvimento nacional. Isso implica em dar atenção especial para a educação de qualidade desde a primeira infância e atrair os jovens para as carreiras científicas e tecnológicas”. Outra medida, segundo o secretário geral, é atrair estudantes de outros países para estudar nas universidades brasileiras. “Precisamos ter alunos de outros países e não só da América Latina, que venham ao país estudar assuntos nos quais nós somos privilegiados, como bionergia”, exemplifica. (Informações de Cynthia Ribeiro, do Gestão C&T Online)

Fonte: Jornal da Ciência

Imagem: UFMG

Competições universitárias ajudam avanço de estudantes

Postado por João Paulo Em 10 de March de 2010

Participação chama a atenção do mercado de trabalho e abre portas

Publicado no Portal Universia em 05/03/201012:00

Por Roberto Machado

Carros alinhados para o grid de largada do BAJA SAE Brasil

Talvez a visão dos 60 carros levantando poeira e brigando por centímetros de pista remeta o espectador a apenas pensar numa corrida comum. Os olhos menos atentos não percebem os detalhes da disputa que coloca os 1.200 alunos do curso de engenharia em enfrentamento direto, mas seu sentido é muito mais profundo e amplo na vida e carreira de seus competidores. Trata-se da 16º edição da Competição BAJA SAE Brasil Petrobrás, ocorrida entre os dias 25 e 28 de fevereiro no ECPA (Esporte Clube Piracicabano de Automobilismo), em Piracicaba. Tal como o desafio automobilístico, outras competições universitárias movimentam estudantes Brasil afora e mesclam trabalho pesado, estresse e sentimentos que muitos não esperavam encontrar tão cedo.

Mais do que uma fogueira de egos ou o simples caráter lúdico do jogo, as competições universitárias podem reservar para os participantes algo que vai além do que a satisfação efêmera pela vitória sobre os rivais. A Baja SAE, por exemplo, é conhecida por montadoras e sistemistas como o berço de novos talentos da área. Ex-participantes se envolvem no evento e, em muitos casos, até buscam por colegas de trabalho em meio à poeira que os carros levantam a cada volta. De acordo com Renato Otta, engenheiro mecânico, vice-diretor da competição, e “ex-bajeiro”, o concurso funciona atualmente como um lugar onde é possível colocar a construção da tão falada rede de contatos em prática. “É como se um profissional reconhecesse o cheiro do outro”, brinca o vice-diretor.

Além disso, o profissional admite que nos dias de hoje, em decorrência da divulgação e fama que o evento obteve com o passar dos anos, fica mais fácil transpor as pistas e os projetos e chegar ao mercado de trabalho. “Aqueles que acompanham a competição buscam por profissionais capazes”, relata o engenheiro que defende projetos que aproximem os alunos da profissão escolhida. “É preciso agregar as aulas da faculdade com o dia-a-dia da profissão, fazer com que eles sintam na pele o que o mercado de trabalho cobrará”, declara ele.

Cassio Silva Mangueira de Assis espera colher os benefícios de sua participação no BAJA

O capitão do time vencedor desse ano – e de outras seis vezes, incluindo três mundiais – Cassio Silva Mangueira de Assis, do Centro Universitário FEI (Faculdade de Engenharia Industrial), concorda com as afirmações de Otta. Ele fala também dos problemas enfrentados por um universitário que se preocupa com o futuro profissional. “Colocamos a vitória como nosso objetivo, esquecemos as férias e o carnaval e corremos atrás dessa meta”, resume ele.

Assis, que vai se formar no próximo semestre em Engenharia Mecânica Automobilística acredita que a amizade e os contatos que fez dentro da Baja, de sua atual equipe e com os membros que passaram pelo projeto antes dele, e já estão inseridos na profissão, irá ajudá-lo a fazer parte de um grupo de profissionais que despontam nas indústrias e empresas do setor. Para ele, os “bajeiros” estão muito bem colocados dentro das montadoras por serem capazes de realizar suas tarefas com profissionalismo e dedicação. “Já conversei com antigos membros da equipe que estão empregados e, com certeza, depois do mundial, vou receber ajuda”, aposta o estudante.

Lawrence Tack Wen Yan, capitão da equipe Poli Titã, da USP (Universidade de São Paulo), e aluno de Engenharia Mecânica, acredita que todas as etapas da prova vêm carregadas de experiências positivas. “Aprendemos a trabalhar em equipe e a lidar com os diferentes tipos de ego de cada um do grupo”. Além disso, o estudante acrescenta que sair da sala de aula e lidar com os problemas na prática, e não na teoria, é um dos desafios que o atrai. Yan conta que agora começará a trabalhar na busca por patrocinadores para levar o Poli Titan para a América do Norte. A parte internacional da equipe, conhecida como BAJA SAE Carolina, é realizada pelo SAE internacional, que acontece de 8 a 11 de abril, na Carolina do Sul, Estados Unidos. A competição reúne mais de 90 equipes de países diferentes.

Outro indício que aponta a importância da participação em competições universitárias vem do mercado. Todos os projetos envolvidos nessa competição já estão dando frutos e chamam a atenção das empresas, que concordam com a visão de mundo de quem participa, coordena e aposta nessas iniciativas que capacitam os jovens para o ambiente profissional. A própria FIAT já tem tradição em buscar novos talentos em competições como essa. “O projeto dos participantes é totalmente voltado para o setor automotivo, por isso nós vamos até eles com oportunidades de emprego”, conta Simone Alvim Taiss, chefe de recrutamento da montadora.

Segundo Simone, todo o panorama técnico que envolve esse tipo de competição é favorável para quem busca um profissional da área, já que antes de ir para as pistas é preciso passar meses projetando os veículos. Uma situação por onde muitos profissionais que hoje atuam em diversos setores da montadora já passaram. “Exemplos não faltam para mostrar como é interessante correr atrás dessa turma”, afirma Simone. Ela deixa claro que a FIAT fica do olho em outras competições do gênero no calendário de eventos automotivos das universidades para sondar novos talentos.

Novos horizontes

Lawrence Tack Wen Yan diz gostar de lidar com problemas na prática

Não só de lama e engrenagens vive o mundo das competições universitárias. Longe disso, existem outros programas que primam pelo futuro profissional de seus participantes. Como é o caso do FGV Latin Moot Corp, que será realizada nos dias 11, 12 e 13 de março na FGV-SP (Fundação Getulio Vargas de São Paulo). Frente a 39 juízes – entre os quais banqueiros, investidores, administradores, consultores e empreendedores de sucesso – cada equipe, com cerca de cinco, integrantes deve convencer a banca que seu projeto é viável para o mundo dos negócios.

Para o Diretor de Projetos da FGV, Rene Fernandes, o contato dos estudantes com profissionais de sucesso faz com que sua visão de mundo cresça além da sala de aula. “Eles estarão em contato com a comunidade empreendedora e mesmo que não saiam de lá como vencedores, a experiência do empreendedorismo, a partir do feedback de especialistas, com certeza vai ajudá-los nos negócios”, explica Fernandes. Além de chamar a atenção do mercado brasileiro, o ganhador de um desses concursos universitários certamente abrirá portas na carreira. Os ganhadores do FGV Latin Moot Corp, por exemplo, partem para o Global Mult Corp, que será realizada de 5 a 8 de maio em Austin, no Texas, Estados Unidos.

Outro evento importante que, nesse ano entra na sua 11º edição, é o Desafio SEBRAE, que começa no dia 17 de março. A idéia do SEBRAE (Sistema Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) é a capacitação empreendedora dos alunos que participam. “É a gestão de uma empresa virtual com problemas reais”, resume Carla Virginia Lima Costa, coordenadora nacional do projeto. De acordo com ela, a competição abrange 78% das instituições de Ensino Superior que, segundo dados do INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), recebem 5.067,112 alunos todo ano. “Nosso objetivo é sensibilizar o aluno que entra na universidade para a cultura do empreendedorismo, mostrar que abrir uma empresa é uma boa opção”, comenta a coordenadora.

Os números sinalizam como a competição já rende frutos, não apenas do ponto de vista da projeção dos estudantes para o mercado, mas em relação à abertura de novas visões de futuro na cabeça dos estudantes. Muitos universitários participantes já consideram o fato de serem seus próprios patrões no futuro. De acordo com dados do próprio SEBRAE, dos 656,261 mil participantes que já passaram pelo programa, em países como Colômbia, Equador, Chile, Paraguai, Uruguai, Argentina e Brasil, 24,09% já possuem um negócio próprio.

Sobre Mim

Ciência e Tecnologia: duas palavras que me encantam desde pequeno. A melhor coisa que tem é você fazer o que gosta, e hoje estou na Engenharia Mecânica, na Faculdade de Engenharia de Bauru, UNESP. Pesquisas científicas e desenvolvimento de projetos são meus objetivos. Abaixo, meu currículo Lattes:
http://lattes.cnpq.br/1198397415430883

Twitter

    Fotos

    Ginger. The most alien of groceries...Louis PasteurDancing MachineHarvey Nichols London 2009