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INSTITUTO CIÊNCIA HOJE COMEMORA 30 ANOS

Postado por João Paulo Em 31 de May de 2012

Programação inclui workshops gratuitos, oficinas e lançamento de um documentário e de um livro na Casa da Ciência, em Botafogo

A Ciência é capaz de despertar fascínio tanto em adultos como em crianças. Deve ser por isso que alguns lendários personagens e figuras históricas, como o professor Pardal e o pesquisador Albert Einstein, sejam constantemente lembrados por indivíduos de diferentes gerações em todo o mundo. Cumprindo um papel fundamental no que se refere a introduzir e manter noções sobre ciência no cotidiano dos brasileiros, o Instituto Ciência Hoje chega aos 30 anos de existência com a mesma vitalidade do passado e, para celebrar a data, realiza uma exposição composta por uma série de atividades e eventos abertos ao público. A mostra marca especialmente o aniversário da Revista Ciência Hoje, reconhecida por sua importância e pioneirismo na divulgação dos conceitos científicos no País, e será aberta ao público no dia 15 de junho, na Casa da Ciência, em Botafogo, onde fica até o dia 08 de julho, das 9h às 20h, de terça a sexta-feira, e das 10h às 20h, sábados, domingos e feriados.

 

Grandes painéis interativos levarão os visitantes a um passeio por imagens acompanhadas de uma linha do tempo na qual serão apontados fatos científicos importantes que ocorreram no Brasil e no mundo ao longo desses anos, contextualizando-os à situação econômica, política e histórica de cada período. Telas multitoque acopladas nestas edições gigantes da Ciência Hoje também possibilitarão a visita ao conteúdo virtual das 290 edições da Ciência Hoje já publicadas. Com linguagem acessível ao grande público, suas páginas trazem entrevistas, reportagens, resenhas e variadas seções sobre diferentes áreas do conhecimento — da física teórica à ecologia, da genética à astronomia, da zoologia à história, da matemática à antropologia.

 

“Nossos colaboradores são os principais e mais atuantes pesquisadores do país. Ao longo de nossa trajetória, mais de quatro mil pesquisadores já colaboraram com artigos e outras tantas centenas atuaram como consultores na avaliação do material a ser publicado, o que sempre garantiu a qualidade de nosso produto editorial”, destaca Renato Lessa, cientista político e atual diretor presidente do Instituto Ciência Hoje, adiantando que, na exposição, a Ciência Hoje das Crianças também estará representada nos mesmos moldes, com jogos e desafios, para interação com o público infanto-juvenil.

 

Temas como energia nuclear, poluição, aquecimento global, sustentabilidade, clonagem, entre outros, estarão por lá. Paralelamente à mostra, estão previstos workshops e oficinas de experimentos, conforme programação descrita abaixo.  As oficinas abordarão os temas “Por que a vegetação evita deslizamentos de terra?”, “Como são realizados os exames de DNA?”, “Como funciona um supercondutor?”, “Como ocorre a fotossíntese”? “Como é medida a carga e a massa de um elétron”? e “Em que consiste o processo de fermentação”?

 

Para Renato Lessa, esse período de 30 anos pode ser comemorado não só pela comunidade científica, mas por qualquer pessoa: crianças, jovens, adultos, pais e professores. “A história da ciência no Brasil não pode ser esquecida. Recolhemos diversos depoimentos de pioneiros, resgatamos essa memória e reafirmamos os princípios que sempre sustentaram o modelo de produção do conhecimento do país. Esse material se transformou num minidocumentário que será exibido durante todo o evento com sessões diárias”, adianta, acrescentando que para a ocasião também será lançado um importante livro: “Química Hoje”, reunião de 20 artigos escritos por químicos de universidades de todo o país publicados ao longo de 2011 na Ciência Hoje.

 

Perfil Instituto Ciência Hoje (ICH)

 

O Instituto Ciência Hoje (ICH) é uma organização social de interesse público sem fins lucrativos vinculada à Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). É responsável pelo projeto de divulgação científica da sociedade, através de uma série de publicações: o ICH publica a revista Ciência Hoje desde 1982, a Ciência Hoje das Crianças desde 1986 e os livros da série Ciência Hoje na escola desde 1996. Desde 1997, o instituto mantém também um site de divulgação científica na internet: CH ON-Line (www.cienciahoje.org.br).

 

Confira a programação completa das atividades que compõem a “Exposição Ciência Hoje 30 anos”:

* Dia 15 de junho, às 17h, o historiador José Murilo de Carvalho, da UFRJ, abordará o tema “História Hoje”. No mesmo dia, às 19h, o biólogo Sergio Danilo Pena, da UFMG, falará sobre “os avanços da genética”;

* Dia 20 de junho, às 17h, o diretor do Instituto Ciência Hoje e professor do Instituto de Bioquímica Médica, da UFRJ, Franklin Rumjanek, explanará o tópico “Biologia Hoje”, mostrando como essa disciplina evoluiu nas últimas três décadas;

* Dia 22 de junho, às 17h, o editor de Ciências Ambientais da revista Ciência Hoje e professor do Instituto de Biofísica, da UFRJ, Jean Remy Guimarães, discutirá o assunto Sustentabilidade Hoje: é possível? O profissional falará ainda sobre os principais desafios da conferência Rio +20;

 

* Dia 23 de junho, às 17h, o público poderá fazer junto com monitores experimentos ecológicos, como o de entender a importância da vegetação para evitar deslizamentos causados pela chuva. Haverá ainda experimentos para mostrar como se faz a extração de DNA, como ocorre a fotossíntese, a fermentação e como se determinam os grupos sanguíneos.


* Dia 4 de julho, às 17h, o astrônomo Martín Makler, do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF) e editor de Ciências Exatas da revista Ciência Hoje das Crianças, fará palestras sobre “Astronomia Hoje”, mostrando como essa disciplina evoluiu nas últimas três décadas;

* Dia 6 de julho, às 17h, o físico Ivan S. Oliveira do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF) e editor de Ciências Exatas da revista Ciência Hoje, vai falar sobre o tema “Computação Hoje”, mostrando como essa disciplina evoluiu nas últimas três décadas;

* Dia 7 de julho, às 17h, serão realizados exprimentos de física, para entender, por exemplo, como se determina a carga e a massa do elétron, para entender por que um supercondutor flutua e mostrar como se determina a velocidade da luz;

* De 15 de junho a 8 de julho, de forma ininterrupta, será exibido o documentário “30 anos de Ciência Hoje”. 

SERVIÇO:

 

Evento: Exposição Ciência Hoje 30 anos

Data: 15 de junho a 8 de julho

Horários:

Das 9h às 20h – terça a sexta-feira

Das 10h às 20h – sábados, domingos e feriados

Local: Casa da Ciência – Rua Lauro Muller, 3 – Botafogo 

Entrada: Gratuita, a todos os interessados

Outras informações: http://cienciahoje.uol.com.br

O Melhor Trato!

Postado por João Paulo Em 21 de May de 2012

Em contato com o CienTecno, dois estudantes curiosos, hoje já formados em Engenharia de Computação, pediram ao site um apoio na divulgação de seu novo empreendimento. Segue abaixo texto referente ao MELHORTRATO.COM, enviado por eles.

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Curso MEF 2012

Postado por João Paulo Em 8 de May de 2012

E continua o Acelerador!

Postado por cibele Em 27 de April de 2012

ENQUANTO ISSO, NO CIENTECNO… CONTINUAMOS COM O ACELERADOR DE PARTÍCULAS!

Para começarmos a construir nosso acelerador de partículas, vamos ter que saber um pouco sobre as partículas.

Bom, nos anos de 50 e 60 foram descobertas centenas de partículas menores do que as três já conhecidas: prótons, elétron e nêutrons.

E com o tempo, os aceleradores de partículas foram ficando cada vez maiores e a tecnologia cada vez melhor, possibilitando assim, que mais e mais partículas fossem descobertas.

Muitas delas sobrevivem por menos de um bilionésimos de segundo e outras se combinam entre elas, formando partículas cada vez mais estáveis. E foi assim que surgiu a nossa “Tabela Periódica das Partículas”, ou melhor, o nosso Modelo Padrão, através dessas detecções e observações.

Nós já conhecemos as quatro forças fundamentais que são:

- Nuclear Forte que mantém o átomo unido;

- Nuclear Fraca que faz parte do decaimento radioativo;

- Eletromagnetismo que faz a interação das partículas;

- Gravidade que é a força de atração entre massa e distância (essa todo mundo sente e conhece).

E, através dessas quatro forças que tivemos conhecimento das partículas e montamos nosso Modelo Padrão. Assim sendo, a matéria é dividida em:

- Léptons : Partículas Elementares que não matem o núcleo do átomo unido (ex. elétrons e neutrinos);

- Quarks: Ao contrário dos Léptons, mantém o núcleo unido;

- Antimatéria: as antipartículas, com as mesmas características das partículas, mas com cargas opostas;

- Hádrons: Partículas compostas (ex.prótons e nêutrons);

- Bósons – partículas carregadas que dão origem a outras.

E existem também os Férmions, que são os excluídos (coitadinhos), pois não são nem matéria e nem antimatéria. Então, você deve estar se perguntando: E o que eles são exatamente? São, simplesmente, Férmions e pronto!

 

 

 

 

 

Agora nós conhecemos um pouquinho das nossas partículas e podemos começar a nossa construção.

Iremos construir um acelerador linear, como o linac que está situado no Laboratório de Acelerador Linear de Stanford (SLAC), na Califórnia. E como o SLAC, precisaremos de 3 km de comprimento.

Decidi fazer ele linear, pois como eles fazem a mesma coisa que os circulares, só é mais fácil para cavar em linha reta do que em círculos não é mesmo? Nesse túnel colocaremos o nosso tubo de cobre, onde os nossos elétrons acompanharão as ondas que serão criadas pelos geradores de ondas (conhecido como clístrons).

Os eletroímãs é que vão manter as partículas alinhadas num feixe estreito até atingirem o alvo. E quando esse feixe atinge o alvo, no fim do túnel, os detectores irão registrar tudo, tanto as partículas quanto a radiação que será liberada.

Então, vamos começar cavando nosso túnel e colocando os devidos equipamentos, pois ainda tem mais coisas para fazer!

Como se quebram átomos?

Postado por cibele Em 3 de April de 2012

Quando descobrimos, no início do século XX, que o átomo não era indivisível e que além de não ser indivisível era formado por partículas subatômicas (prótons, elétrons e nêutrons) ficaram maravilhados e pensaram: Devem existir mais coisas dentro dessas partículas, não é mesmo?

E com essa curiosidade que resolveram criar um experimento capaz de “quebrar” o átomo. E assim foi criado os Aceleradores de Partículas. Mas, como “quebravam o átomo? Muito simples, aliás, “quase muito simples”. Eles pegam uma partícula, como o elétron, por exemplo, aceleram quase a velocidade da luz e colidem ela com o átomo, descobrindo assim suas partes internas.

Nessas colisões são gerados feixes e radiações que foram detectadas e medidas, assim, através dessas informações sobre as partículas e as forças que mantinham o átomo unido e concluíram que existiam partículas muito menores, as chamadas partículas elementares.

Mas para saber como realmente funciona um Acelerador de Partículas tem duas alternativas: jogar uma TV do Empire State Building de Nova York (ele tem a altura necessária) e olhar os seus pedaços ao atingirem o chão ou, outra alternativa, construir o seu próprio acelerador. Então, se optou pela segunda opção, mãos à obra. Você vai precisar de:

-      Uma fonte de partículas para que sejam aceleradas.

-      Um tubo de cobre para que as partículas viajem dentro (não esqueça que todo o ar deve ser retirado, pois tem que viajar no vácuo)

-      Geradores de microondas para gerar ondas onde as partículas viajaram.

-      Eletroímãs, tanto convencionais como os supercondutores, para manter as partículas confinadas enquanto viajam pelo vácuo.

-      Alvos (átomos), para as partículas colidirem.

-      Detectores para que possam olhar os fragmentos e sua radiação lançada na colisão.

-      Aparelhos para remover todo o ar e a poeira do tubo do acelerador, são os conhecidos sistemas de vácuo.

-      Um sistema de resfriamento para o calor gerado pelos eletroímãs.

-      Computadores para controlar e analisar os dados. (Tem que ser um computador muito bom).

-      Sistema de blindagem para a proteção da radiação.

-      Um circuito fechado de TV para detectar a radiação dentro do acelerador.

-      Um sistema de energia elétrica para fornecer a energia necessária. (esse caso será mais difícil, pois não podemos contar com a Elektro).

-      Anéis que armazenam feixes das partículas que não estão sendo utilizadas.

Bom, anotou tudo? Então pode providenciar, pois no próximo artigo começaremos a construção do nosso Acelerador de Partículas.

Sobre Mim

Ciência e Tecnologia: duas palavras que me encantam desde pequeno. A melhor coisa que tem é você fazer o que gosta, e hoje estou na Engenharia Mecânica, na Faculdade de Engenharia de Bauru, UNESP. Pesquisas científicas e desenvolvimento de projetos são meus objetivos. Abaixo, meu currículo Lattes:
http://lattes.cnpq.br/1198397415430883

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