Por Uma Nova Escola

Em tempos em que os jovens não sabem mais o valor do aprendizado e do ensino, em que o mais rápido é o melhor, em que os fios já não existem mais porém a conexão é cada vez mais rápida e eficiente, existem ainda métodos que por uns são considerados arcaicos e por outros revolucionários para ensinar e aprender.

Fico feliz ao abrir o meu e-mail e encontrar uma mensagem da minha amiga Cibele Sidney contendo um pedido de ajuda na divulgação de um projeto que busca despertar o senso crítico nos jovens brasileiros. Cibele, professora, e Mara Zumpano, pedagoga, uniram-se para mudar O FUTURO DA NOVA GERAÇÃO “Y”. A ideia visa apresentar conteúdo político, social e de diversos assuntos pertinentes, aos jovens, de forma clara e objetiva na própria linguagem jovem. Vídeos serão publicados no Youtube e também divulgados em uma página no Facebook.

As duas guerreiras da educação estão agora precisando de apoio na divulgação desse projeto e solicitam a proliferação do documento abaixo de forma exponencial… Faça sua parte também, se você acha viável esse projeto!

Grande abraços… o arquivo está disponível no link abaixo.

 

CLIQUE AQUI PARA BAIXAR O DOCUMENTO

 

PENSE…

Caros usuários, desculpem a enorme interrupção na publicação dos textos… Muitas coisas aconteceram nesse período, mas venho dizer que o site está de volta à ativa!

Para começo de conversa gostaria de citar algumas observações que tive hoje.

Vi um vídeo de um anônimo falando sobre os kits gays que o Governo criou e gerou tanta polêmica. Das palavras dele algo se destacou: “…se o preconceito é a questão, porque não criar kits para negros?” podem não ter sido exatamente essas palavras, mas o contexto foi esse. Realmente. Os negros sofreram discriminação e ainda sofrem mesmo nas escolas mais ricas (que por acaso a porcentagem de negros é mínima) e ninguém trata isso na TV, porque se tornou NORMAL.

Agora você, que curte muito tecnologia e Ciência, vem me perguntar: “Por que tratar esse assunto nesse tipo de site?” simplesmente pelo fato de que toda essa discussão, esse bafafá cresceu devido à tecnologia! O Youtube, o Facebook, o Twitter, o Orkut… todos esses meios que crescem mais que tudo, têm discutido esses assuntos. Mas não pense que quem jogou em pauta foram os donos dos sites, porque pra eles isso tanto faz. Quem fez tudo isso acontecer foram os próprios internautas, que hoje são a maioria no mundo que têm boca (ou melhor, dedos) para falar o que pensa.

A liberdade de expressão tem crescido exponencialmente com a Internet, porque não são colocados os rostos no ar, como o anônimo que eu citei, que apesar de boas palavras, o rosto é oculto, mas a fama é grande.

Por que não utilizarmos os meios de comunicação que temos à disposição, tão fáceis, tão simples e tão acessíveis para expor pensamentos POSITIVOS, discussões PERTINENTES e realidades NÃO POLUÍDAS??

PENSE. Só isso… O pensamento é produto da curiosidade que nos leva ao conhecimento.

M C&T: Quem é Mercadante?

Um novo ano se inicia e com ele grandes mudanças são feitas. Para início de conversa, surge a primeira presidenta (ou presidente) do Brasil, Dilma. Alguns gramáticos dizem ser melhor utilizar o termo presidenta, já que as mulheres estão cada vez mais ganhando destaque no cenário nacional. Outros preferem manter o termo clássico. Mas a verdade é que o Aurélio não previa o mesmo bafafá que Cristina passou em sua tomada ao poder…

Mas mudando o assunto e focando em nosso tema… Com as mudanças vieram novos ministros. Entre eles, um de peso que ajudará (?) Dilma. O novo ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante. Um cara que ajudou a fundar o PT. Não estou aqui para discutir direita ou esquerda, mas apenas para citar uma breve bibliografia (encontrada na internet) sobre Mercadante.

É importante saber de quem teremos que cobrar os financiamentos e a aplicação de verba no desenvolvimento da Ciência e da Tecnologia. O responsável por representar tantos pesquisadores do Brasil inteiro, em apenas uma mesa em Brasília.

Afinal, quem é Mercadante?

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Filho de General do Exército e ex-comandante da ESG (Escola Superior de Guerra), é formado em economia pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP), na qual, durante seus estudos, destacou-se sendo presidente das entidades estudantis Associação Atlética Acadêmica Visconde de CairuCentro Acadêmico Visconde de Cairu. É mestre em economia pela Universidade de Campinas (Unicamp), e professor licenciado da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Recentemente, defendeu sua tese de doutorado no Instituto de Economia da Unicamp.

Mercadante foi vice-presidente nacional do PT e secretário de relações internacionais, além de integrante do Diretório Nacional e da Executiva Nacional. Participou da elaboração dos programas de governo do PT e foi coordenador da campanha presidencial do partido nas eleições de 1989 e 2002. Foi candidato à vice-presidência da República na chapa de Lula nas eleições de 1994.

Em sua primeira disputa por uma vaga de deputado federal, em 1990, foi eleito como o mais votado do PT. Na Câmara, destacou-se em duas importantes Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs): a do PC Farias e a do Orçamento.

Na campanha de 1994, Mercadante abriu mão de uma provável reeleição para a Câmara dos Deputados e concorreu à vice-presidente da República na chapa de Lula.

Em 1996 coordenou o programa de governo do PT e foi candidato a vice-prefeito de São Paulo na chapa de Luiza Erundina. Foi protagonista no debate econômico nacional, participando de palestras e publicando artigos propondo um modelo alternativo de desenvolvimento. Este período resultou no lançamento do livro “O Brasil Pós-Real”, organizado por Mercadante.

Em 1998, Mercadante voltou à Câmara dos Deputados como o terceiro deputado mais votado do país – 241.559 votos. Em seu segundo mandato, participou de diversas comissões especializadas nas áreas econômica, financeira e tributária. Presidiu a Comissão de Economia, Indústria e Comércio (1999), foi líder da Bancada do PT (2000) e membro das comissões de Relações Exteriores e Defesa Nacional e de Finanças e Tributação (2001).

Ao concorrer a uma vaga no Senado em 2002, Mercadante obteve a maior votação da história do País – 10.497.348, recorde superado por Aloysio Nunes, do PSDB, que obteve 11.182.669 votos nas eleições de 2010. No Senado, exerceu a liderança do governo até junho de 2006.

Em 2006, foi candidato ao governo de São Paulo pelo PT, quando obteve o maior número de votos do partido no Estado – 6.771.582 votos. Neste mesmo ano, lançou o livro: “Brasil – Primeiro Tempo”, uma análise comparativa do Governo Lula. De 20072008, presidiu a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado.

Durante o processo de cassação do senador Renan Calheiros (PMDB-AL) defendeu a junção de todas as denúncias contra Calheiros, para que os processos fossem julgados de uma única vez, em sessão aberta. Em discurso, defendeu sua posição: “Meu voto não foi de omissão, como alguns disseram. Foi um voto transparente, de quem entende que o julgamento de mérito se faz com base na conclusão do processo”[1].

Em janeiro de 2009, foi eleito líder do PT no Senado. Em 20 de agosto de 2009, anunciou que iria renunciar ao cargo, por causa da decisão de seu partido de arquivar a abertura de investigação pelo Conselho de Ética contra o presidente da Senado FederalJosé Sarney.[2] No dia seguinte, porém, em discurso no Senado, após longa conversa noturna com o presidente Lula, afirmou que – contra a vontade de sua família – aceitava o pedido do presidente para que continuasse na liderança.

Em 2010, concorreu como candidato ao governo do estado de São Paulo pelo PT, sendo, porém, derrotado no primeiro turno por Geraldo Alckmin. Foi convidado a integrar o governo da presidente Dilma Rousseff para assumir o Ministério de Ciência e Tecnologia em 2011[3].

Fonte: Wikipedia

Mídias Sociais Reinventando a Comunicação

A pedido do departamento de comunicação da PUC-Rio, o CienTecno divulga:

Na sexta-feira, 8 de outubro, será realizada, na sala 102 K, a palestra “Mídias Sociais Reinventando a Comunicação”.

O encontro começa às 7h30m com a participação de Hugo Godinho, da InPress. Em seguida, às 9h30m, a Diretora de Comunicação da TV Globo, Mônica Albuquerque, fala sobre a relação da TV Globo com as mídias sociais. O evento será transmitido ao vivo pelo Portal PUC-Rio Digital:www.puc-riodigital.com.puc-rio.br.

Marilene Lopes, professora do Departamento Comunicação Social, é responsável pelo evento. Para outras informações: (21) 8515 3617 / e-mail: alice.pesi@hotmail.com

Informações:

Bernardo Stampa

Assessoria de Comunicação Social PUC-Rio

Tel.: (21) 3527-1140 // (21) 9479-1447

imprensa.comunicar@puc-rio.br

Tecnologia e Eleições

Tecnologia e Mídia: aprecie com moderação antes de votar

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Não é de hoje que ouvimos o termo “avanço tecnológico”. O mundo inteiro tem visto máquinas e sistemas digitais tomando decisões que antes eram de função humana. Porém uma dessas decisões a máquina não pode tomar: votar.

Cada dia que se passa, vemos o desenvolvimento dos processos eleitorais principalmente no Brasil, que há mais de 10 anos faz uso das urnas eletrônicas. Recentemente nosso país tem testado o sistema de voto biométrico, com o uso de impressões digitais. Tudo para conter as fraudes e tornar o sistema mais rápido.

É fácil entender que racionalmente o povo brasileiro não está evoluindo no que diz respeito à escolha de candidatos. Todos os anos o Governo coloca na tela da TV a mesma frase do “vote consciente”, mas todo o ano o mesmo Governo se vê alvo de algumas tragédias públicas morais. É culpa do Governo ou dos eleitores?

Hoje a eletrônica e a informática processam todos os dados referentes à escolha do candidato e quase que instantaneamente temos um eleito.

A tecnologia eleitoral não está presente apenas nas urnas eletrônicas. As pesquisas realizadas pelos órgãos responsáveis têm todo um sistema digital que registra dados, processa, avalia e determina o pódio parcial dos candidatos.

Pesquisas eleitorais não são tão bem-vindas como muitos podem pensar. Infelizmente no Brasil o que ainda vale é a cultura hereditária que dificilmente será corrigida. Basta imaginar um contexto simples como este: Zé acredita que o candidato X é o melhor para o seu país. Porém, um dia vê o resultado da última pesquisa, próxima ao dia das eleições. Seu candidato está em último lugar. Zé decide mudar seu voto e acaba por votar em um dos primeiros candidatos. Explicação: não quer perder seu voto.

Nem sempre a tecnologia, aliada à mídia, produz resultados positivos. Culturalmente, a ideia de não querer perder seu voto é comum no Brasil. Existem muitos Zés por aí. Porque então temos o “avanço tecnológico” e não também um “avanço racional”? As máquinas nos ajudam, mas não são inteligentes. São nossas mentes que as produzem. São nossas mentes que escolhem. São nossas mentes que decidem.

Nada melhor que terminar com um “vote consciente”.

João Paulo de Oliveira Freitas
www.cientecno.com