Exatas e Biológicas: união que valoriza a vida

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                Em um mundo onde a interdisciplinaridade está em alta, nada mais justo que unir duas áreas tão clássicas quanto as Exatas e as Biológicas.

                Medicina, a Ciência brotada das mãos de Hipócrates, passou décadas tendo seus conceitos confundidos com atos sobrenaturais. Somente com o crescer da curiosidade e da busca da verdade, foi sendo cada vez mais considerada a solução para muitos problemas físicos e até mesmo psicológicos.

                Mas o avançar da Medicina deixou algumas lacunas tecnológicas que só puderam ser tapadas com o surgimento de conhecimentos interdisciplinares que associavam as Ciências Exatas às Biológicas, como foi o caso da Física Médica, o conhecimento físico utilizado para fins médicos . Leonardo da Vinci, em meados do século XVI, é considerado o primeiro físico médico, devido aos seus estudos relacionados à biomecânica como a locomoção humana e o movimento do coração e do sangue no sistema cardiovascular.

                Hoje, a biomecânica é uma das áreas que mais associa essas duas grandes áreas do conhecimento científico. Existem vários estudos que unem engenheiros, médicos, físicos, químicos, biólogos, entre tantos outros profissionais que se dedicam à Ciência. O desenvolvimento de próteses e de exoesqueletos são exemplos básicos da biomecânica.

                Mais recentemente, tem-se falado em noticiários do neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis. Formado pela Universidade de São Paulo, ele tem trabalhado no Brasil e nos Estados Unidos em um projeto que se baseia em movimentar próteses mecânicas a partir do pensamento. Seu ideal para mostrar a importância de tal projeto, é conseguir que uma criança incapaz de andar possa, utilizando o exoesqueleto mecânico, dar o ponta pé inicial na próxima Copa. Algo tão surpreendente que já se fala em um possível Nobel ao cientista brasileiro. Porém tal demonstração é apenas um dos primeiros resultados de sua pesquisa que cresce a cada dia.

                Mas estudos de próteses não estão tão longe quanto se pensa. Na própria Universidade de São Paulo e na Universidade Estadual Paulista, ambas em Bauru/SP, há projetos envolvendo professores, graduandos, mestrandos e doutorandos de Engenharia Mecânica e Odontologia no projeto de próteses ortodônticas. A ideia é inicialmente analisar algumas próteses já existentes ou arcadas dentárias por meio de tomografia computadorizada e posteriormente trabalhar nesses dados em computador, projetando novas próteses e tecnologias ortodônticas. A análise computacional de resistência das próteses é realizada por meio de discretização da geometria (divisão em pedacinhos) por meio do Método dos Elementos Finitos, conhecido em Engenharia. Cada pedacinho fornece uma rigidez e uma deformação, dados utilizados para o cálculo de sua resistência.

                Em vista disso tudo fica clara a necessidade da integração entre essas áreas tão importantes no dia-a-dia. Seja Medicina, Física, Engenharia, Biologia, Química, ou qualquer outra Ciência que busque o conhecimento, a necessidade real que o mundo quer e que todos precisam são ideias inovadoras que ajudem muito mais que os próprios profissionais ou a quem deles tanto precisam, mas sim a Vida como um todo.

XXI Feira Serigrafia Sign

Você sabe o que é Comunicação Visual? Segundo nossa querida Wikipedia, “Comunicação Visual é todo meio de comunicação expresso com a utilização de componentes visuais, como: signos, imagens, desenhos, gráficos, ou seja, tudo que pode ser visto”.

                Está achando estranho um tema desses aqui, onde o foco é Ciência e Tecnologia? Não estranhe. A comunicação visual está cada vez mais presente nesses temas. Ano a ano, a tecnologia invade o cenário das comunicações em todos os ramos, seja ela redes digitais ou papel e lápis.

                Maior exemplo disso é a XXI Feira Internacional Serigrafia Sign 2011, que aconteceu nos últimos dias 20 a 23 de julho, no Expo Center Norte, em São Paulo, capital. Como estudante de engenharia mecânica e tendo meu pai como profissional da área, não poderia perder a oportunidade. Foi o meu segundo ano visitando a feira

, o primeiro foi em 2009, e posso afirmar que sem sombra de dúvidas, as tecnologias evoluíram uns 200% nesse intervalo de tempo. A presença de engenheiros e técnicos do mundo inteiro, inclusive da China, era intensa, mostrando a capacidade de suas máquinas, principalmente as de controle numérico computadorizado (CNC’s).

                A Feira, que se tornou totalmente computacional, hoje é referência internacional para clientes e empresas que querem visualizar um novo cenário de comunicação visual e automatizarem seus processos.

                Considerada como a maior Feira de Serigrafia do Ocidente, nessa área trouxe vários lançamentos de tecnologia tais como flocagem, curadores UV, hot stamp, entre vários outros que você pode conferir em http://www.serigrafiasign.com.br/feira/feira-serigrafia/ .

                A Feira Sign, realizada em conjunto com a Feira de Serigrafia, também trouxe grandes novidades sobre máquinas, equipamentos, produtos, substratos e serviços para Comunicação Visual, Impressão Digital, Sinalização e Setor Gráfico. Confira tudo isso aqui: http://www.serigrafiasign.com.br/feira/feira-sign/ .

                O credenciamento da Feira era gratuito, ou seja, qualquer um que se interessasse sobre o assunto poderia conferir tudo o que aconteceu na feira. Se você perdeu, não se preocupe, ela ocorre todo ano. É só ficar atento no site.


INTERVENÇÕES VISUAIS NA VIRADA CULTURAL

INTERVENÇÕES VISUAIS ANIMAM VIRADA CULTURAL EM SÃO PAULO

Idealizado pela Visualfarm, projeto de arte-mídia com megaprojeções de imagens transforma diversos pontos históricos da cidade de São Paulo

A Visualfarm – produtora de projeções do VJ Alexis Anastasiou, criadora do Video Guerrilha, que desenvolve projetos visuais para as áreas de marketing e eventos, além de produzir espetáculos e instalações autorais – vai realizar intervenções visuais durante a Virada Cultural, nos dias 16 e 17 de abril. São quatro técnicas de megaprojeções de imagens em importantes edificações do centro da cidade.

 

No primeiro dia do evento, o VJ Alexis comanda, no prédio do Banespão, o Agigantador de Pessoas, instalação interativa, em que um mini estúdio escuro, montado na rua, em frente ao prédio, servirá de palco para a captação e transmissão simultânea da imagem das pessoas, de forma a que elas possam se ver com estatura gigantesca na fachada do histórico edifício.

 

No Pátio do Colégio, marco zero da capital, onde será comemorado o centenário da Orquestra Sinfônica Municipal com a Ópera Pagliacci, a Visualfarm oferecerá ao público a experiência da cenografia projetiva, técnica de projeção de imagens, composta por elementos cenográficos que vão alterar a arquitetura da construção secular.

 

Após a apresentação da Orquestra Sinfônica Municipal, a equipe da produtora dará continuidade com a exibição de um espetáculo deprojeção Mapeada e Monumental. Com a proposta de remixar a fachada de 1.000 m² do Pátio do Colégio, a Visualfarm reapresentará o espetáculo de pintura de luzmapping, realizado na edição de 2010 da Virada Cultural, munidos de um acervo de pinturas e gravuras do século 19 de artistas como Jean-Baptiste Debret, Benedito Calixto e  Thomas Ender.

 

Outra apresentação de projeção mapeada foi marcada para a fachada principal do Sesc Belenzinho, com conteúdo produzido pela equipe de criação da Visualfarm..

 

Em comemoração ao Ano da Holanda no Brasil, a organização da Virada Cultural, em parceria com o Projeto Time Frame e o Consulado da Holanda convidaram doze artistas daquele país, sob a curadoria de Miguel Petchkovsky, para a instalação Holanda Monumental. Com o projeto Time_FrameTracking Imaginary Reality, os trabalhos destes artistas serão apresentados na empena do Ed. Condor, em frente à Faculdade de Direito do Largo São Francisco.

 

Programação

 

Projeto: Agigantador de Pessoas

Local: edifício Altino Arantes – Banespão

Data: 16 de abril

Horário: 20h as 4h30

 

Projeto: Ópera Pagliacci

Local: Pátio do Colégio

Data: 16 e 17 de abril

Horário: 20h (16/4) e 19h (17/4)

 

Projeto: Remixando a arquitetura do Pátio do Colégio

Local: Pátio do Colégio

Data: 16 de abril

Horário: das 2h às 4h30 da madrugada

 

Projeto: Time_Frame / Tracking Imaginary Reality

Local: Largo São Francisco, em frente à Faculdade de Direito da USP

Data: 16 de abril

Horário: a partir das 19h até 4h30

 

Projeto: SESC Belenzinho

Local: Rua Padre Adelino, 1.000

Data: 16 de abril

Horário: a partir das 20hs

CONTRIBUIÇÃO: ALAN CRUZ – VOICE COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL

Inteligência Artificial

Antes de falar de inteligência artificial, quero falar de inteligência e onde nós estamos situados como portadores.
Inteligência, características que dispositivos apresentam de interagir com as variáveis do universo de sua existência, reconhecendo padrões nessas variáveis, reagir de forma otimizada e produzir ações também otimizadas de acordo com a lógica desse universo, para promover a manutenção do motivo de sua existência.


Chamei o detentor de inteligência de dispositivo, porque não encontrei melhor palavra que pudesse incluir numa mesma definição um organismo, um robô ou um programa inteligente.
Veja também, que inteligência não está vinculada a um ou outro tipo de dispositivo, ela é única, e pode se manifestar em qualquer dispositivo que reúna características que atendam suas condições de manifestação. Logo, não há porque mencionar o “dispositivo” humano ou qualquer outro em particular, na definição de inteligência.
Nessa definição, praticamente todos os seres vivos animais, se qualificam como inteligentes, e nós, somos os que possuímos maior grau entre eles.
Através do conhecimento que dispomos, não temos como saber, se o algoritmo que rege o comportamento de uma barata, ou de um cachorro, é similar ou muito diferente do que rege o nosso comportamento. Muito menos temos como saber como seria de um possível ser alienígena inteligente. Também não temos conhecimento para saber, se o que rege a nossa inteligência, é a forma mais inteligente de se produzir um algoritmo inteligente. Portanto, na busca da produção de um algoritmo que produza inteligência, não devemos considerar apenas a inteligência humana como exemplo, mas toda uma variedade de possibilidade que o nosso universo possa oferecer.
Mas poder considerar outras opções, além do exemplo da nossa inteligência, não significa que é a forma mais inteligente de fazê-lo. Acho que devemos sim, considerar a nossa inteligência como o principal exemplo, desde que não nos prendamos a características que são exclusivas do nosso “dispositivo” humano de manifestar inteligência.
Peculiaridade da inteligência humana que não necessariamente precisa existir em outros dispositivos inteligentes.
– Emoção.
– Consciência
– Solidariedade
– Empatização
É intuitivo acharmos que um ser detentor de inteligência, necessariamente deverá possuir essas características. Mas elas foram cunhadas dentro do nosso universo, especifico para nós, humanos, outros dispositivos inteligentes produzidos por nós ou não, deverá carregar característica uteis ao seu universo de existência, sem se descredenciar como dispositivo inteligente. Também é intuitivo, nos consideramos como sinônimo de inteligência, mas nós apenas somos um dispositivo detentor de inteligência com maior grau entre os que conhecemos. Então devemos considerar a nossa como exemplo, mas consciente, que não é nela que deve estar o limite máximo de grau de inteligência, e nem deixar de considerar que talvez não seja ela a forma mais eficiente de se produzir inteligência.

Inteligência Artificial
O nível de inteligência de um dispositivo, dentro do seu universo, é medido pela capacidade dele interagir de forma inteligente, com as variáveis desse universo. Se ele for composto por dez variáveis, e o dispositivo não interagir de forma inteligente com nenhuma, não será inteligente, se interagir com duas, por exemplo, será pouco inteligente, se interagir com as dez, reconhecer todos os seus padrões, e produzir um resultado padronizado e otimizado, será um gênio nesse universo.
Se vamos produzir inteligência artificialmente, primeiro devemos estabelecer o universo de existência do dispositivo, determinar as variáveis, a relação entre elas e qual é ação otimizada desejada.
Se queremos produzir suspensão ativa de um automóvel, o universo de existência do dispositivo Suspensão Ativa, não transcende aquele automóvel e a pista, e o número de variáveis que o dispositivo precisa reconhecer e tratar, são relativamente pequenos. Se quisermos produzir inteligência similar a de uma barata, devemos reconhecer o universo de sua existência, quais as variáveis e como tratá-las.
Se quisermos produzir um dispositivo com inteligência similar a nossa, deveremos reconhecer todas as variáveis do nosso universo, e como trata-las.
Mas não precisamos produzir inteligência similar a nossa, para produzirmos resultados que revolucionem nossas vidas. Um buscador de internet inteligente, só precisa buscar o conteúdo que nos é mais conveniente. Um carro inteligente, só precisa nos levar ao nosso destino de forma mais eficiente, sem nossa intervenção. Um robô doméstico inteligente, só precisa fazer as tarefas domésticas.
Mas é o suficiente reconhecer as variáveis, reconhecer padrões, e trata-los, para produzir um dispositivo inteligente? Seria, se não houvesse a palavra otimizada na definição de inteligência.
Mesmo que sejam poucas as variáveis do universo de um dispositivo, o número de calculo que precise fazer para gerar uma ação, pode ser maior do que o necessário para produzir essa ação, não se encaixando na definição de otimizada. Isso gera uma consequência fundamental da manutenção da inteligência. Não existe inteligência sem a existência de memória. Para que o dispositivo não repita os cálculos sempre, ele precisa armazenar as reações mais incidentes respectivos aos padrões similares. O dispositivo inteligente precisa calcular as variáveis, armazenar os resultados mais incidentes, e substituir os cálculos pelas soluções mais eficientes das mais incidentes. Esse processo cria um outro universo de variáveis, encontradas na memória do dispositivo.
As variáveis são formado pelas soluções, e o ato de reconhecer essas soluções, e escolher as mais otimizadas, gera a primeira centelha da consciência. O algoritmo, dentro de um dispositivo inteligente, deve reconhecer os padrões das variáveis externas, e reconhecer os padrões das variáveis internas, formadas pelas soluções armazenadas na memória, para gerar a ação otimizada do dispositivo.
É dessa característica do algoritmo da inteligência humana que nasce o preconceito, ou ações automáticas, nosso cérebro, quando detecta soluções repetidas, adota elas sempre, precisando que forcemos nossa mente a buscar uma solução diferente para uma que já está sendo usada por muitas vezes e que possa não ser mais a melhor.
Mas não podemos na busca de algoritmo de inteligência artificial, por o “carro na frente dos bois”. Devemos usar a inteligência humana como exemplo, desde que reconheçamos que o dispositivo humano existe dentro de um universo de muitas variáveis as quais não conhecemos todas. Nossas emoções são informações recebidas e enviadas através de reações químicas e físicas que estamos longe de dominar. A consciência, é um estágio avançada da inteligência onde seu universo de atuação, é o próprio dispositivo, para que possamos entrar nesse estágio, primeiro temos que consolidar um dispositivo avançado o suficiente para comporta-la, mas mesmo em nós, dispositivo extremamente complexo, ela é incipiente. Também não sabemos se as interações elétricas do cérebro entram no universo quântico, e se entram, não sabemos se a física quântica alcança as interações elementares da natureza, e se não alcançam, se as interações de nosso cérebro chegam a esse nível de interação elementar.
Também, devemos ter ciência, que a nossa inteligência, não é o máximo que se consegue em inteligência, porque ela existe apenas para perpetuar a nossa existência, e nada mais. O tamanho do nosso computador de bordo, nosso cérebro, é o suficiente para isso. Os dispositivos inteligentes que construirmos, pode ser o suficiente para recepcionar hospedes num hotel, ou para gerenciar todo o tráfego de dados na internet. Dominado todas as variáveis de nosso universo, o limite de inteligência dos dispositivos que construiremos, será determinado pela nossa necessidade, ou até por nossa imaginação.
Para produzirmos inteligência artificial, devemos tomar um universo que conhecemos todas suas variáveis, criar um dispositivo inteligente para ele. Ao consolidarmos a inteligência do dispositivo nesse universo, tomamos outro universo, com mais variáveis, e consolidamos outro dispositivo inteligente, e assim, passo a passo, iremos ampliando o universo de cada dispositivo, até um dia, conseguir abranger todo o universo do nosso dispositivo humano, criando dispositivo de inteligência similar a nossa, e obviamente, superior.
Não faz parte do contexto do que estou escrevendo entrar no mérito do perigo de inteligência superior a nossa. Mas como é um risco razoável de se considerar, expresso minha opinião. Inteligência superior a nossa, só seria perigosa, se não pudermos integra-la a nossa. Isso só seria possível por inteligência alienígena, ou se formos tolos o suficiente para desenvolver inteligência maior, sem dominar a tecnologia para integrá-la a nossa, de forma a ficarmos no mínimo tão inteligente quanto os dispositivos mais inteligentes que criarmos.
Sendo fiel ao conceito de inteligência que defini no inicio do texto, vou elaborar uma serie de desafio para que programadores inteligentes o resolvam.
Desafio Evoar-1.
Os quadrados abaixo, são a tela do teu comptudor, em momentos diferentes. O ponto aparecerá na tela numa posição, depois em outras, em seguida, numa terceira posição. O ponto que ele aparecer na terceira posiçao, sempre estará em linha com a segunda e a primeira, entre eles ou não, determinando um padrão.

Abaixo, duas sequências A e B, como exemplos.

O tamanho do ponto deve ser igual ao “ponto final” de um texto no Microsoft Word na configuração padrão de fábrica.

Você deverá fazer dois programas, um comum, só para inserir os pontos de acordo com essa regra, e outro, que é o programa (dispositivo inteligente), que encontre o ponto procurando por tentativa e erro. O universo de existência do teu dispositivo será a superfície, bidimensional, da tela do teu computador. Você deverá inserir um “conhecimento” mínimo de matemática, suficiente para ele conhecer as variáveis, constantes, reconhecer o padrão e estimar, na amplitude possível, a posição do terceiro ponto, para acha-lo mais rápido. Você não deverá lhe informar dados específico de um cenário, ele haverá de criar seu próprio sistema de referência com sua própria métrica, capturar os dados, posicioná-los dentro desse sistema de referencia, e fazer os cálculos necessários para diminuir o tempo de procura, em cada novo cenáro. Entenda como cenário, a sequência A, B, … N, em um mesmo monitor, ou em monitores de tamanho diferente.

  • Desafio Evoar-2.

Agora, os pontos aparecerão, de forma aleatória, em um entre três padrões possíveis, reta, circulo ou hiperbólica. O terceiro ponto determinará se o quarto estará dentro de uma reta, circulo ou hipérbole. Faça um dispositivo inteligente que ache esse quarto ponto o mais rápido possível, obedecendo às mesmas regras do desafio Evoar-1. A inclinação da reta, a inclinação e curvatura da hipérbole, e tamanho do circulo, também serão aleatórios.

  • Desafio Evoar-3.

Use o desavio Evoar-2, mas faça com que os pontos apareçam intercalados de forma aleatória, hora em sequência, e num ritimo que exprima uma trajetórias com um velocidade medida, hora na mesma forma do desafio Evoar-2, em que o quarto ponto poderá aparecer entre os anterios. O dispositivo deverá achar o quarto ponto o mais rápido possével.

  • Desafio Evoar-4.

Faça, que de forma aleatória, os pontos variem entre preto e vermelho. Use o desafio Evoar-3, mas se o primeiro ponto for vermelho, os demais sempre aparecerão num rítmo que exprima uma trajetória com uma velocidade medida.

  • Desafio Evoar-5.

Faça, que de forma aleatória, os pontos variem entre preto, vermelho e verde, use o Desafio Evoar-4, mas quando o segundo for verde, sempre será uma reta.
Lembre, você não pode informar para teu dispositivo, que o ponto tem velocidade, ou que se for vermelho a situaçao é A, se for verde é A1. O dispositivo tem que reconhecer esses padrões sozinho. Também, como você está criando o cenário, a cada desafio, a matemática que rege a físcia do cenário ganham novas variáveis, a partir do desavio Evoar-3, inseri velocidade, ou senja, se é possivel reconhecer velocidade nesse universo, uma variável implicita a ela tem que existir, o tempo. Mas esse tempo, não é nosso tempo, ele exprime o ritmo que as coisas acontecem nesse universo, e como é você mesmo que está criando, poderá dar o rítmo que você achar melhor. Recomendo você usar o ritimo do nosso universo, ou seja, o nosso tempo para determinar o rítimo que as coisas acontecem nos cenarios(universo) dos desafios, mas só porque é mais conveniente.
Veja, que usando apenas o algorítmo do desafia Evoar-2, o dispositivo poderá achar o ponto nos demais, mas não da forma mais inteligente. Para que teu dispositivo dentro desse universo de variáveis seja mais inteligente, ele deve reconhecer os padrões, e apresentar o resultado esperado o mais rápido possível. Veja também, que teu dispositivo terá que usar memória. Como você não pode informar, que se o segundo ponto for verde, por exemplo, o próximo ponto sempre estará numa reta, ele deve memorizar a cor dos pontos na segunda posição, e vincular o tipo de trajetória que o ponto terá. Você pode fazer com que teu dispositivo seja expert em fazer cálculos, mas se não lhe der memória, ele não reconhecerá os padrões dos cinco desafios.

Autor: Jonas Cardoso dos Santos

www.evoar.com

  • Desafio Evoar-6. (continua…)

Intervenções Urbanas

Hoje existe uma crítica muito grande em cima das tecnologias. O mais discutido se baseia no fato de que as pessoas estão se fechando em seu mundo solitário e a comunicação e o contato direto estão se tornando segundo plano na vida como um todo.

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Mas nem todas as tecnologias bloqueiam de fato a relação externa entre as pessoas. Foi assim que surgiram as intervenções urbanas digitais. Em 2010 aconteceu na Rua Augusta, um dos mais movimentados lugares noturnos de São Paulo, a Vídeo Guerrilha, organizada pela empresa Visual Farm, sob o comando do VJ Alexis. O evento transformou a Augusta em uma galeria de arte gigantesca que chamou a atenção de todos que passavam na região.

Veja abaixo a vídeo reportagem de Carol Thomé, da Band, sobre o evento:

Mas tudo isso não para por aí.

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Este ano a Visual Farm e o VJ Alexis estão com novidades. Este ano terão apresentações especiais na Rio Music Conference (RMV) que acontecerá de 4 a 8 de março, comemorando o Carnaval 2011. A equipe vai explorar as possibilidades de mudanças visuais no palco Ipanema, por meio de projeção mapeada, técnica que permite o uso de imagens animadas sobre objetos.

  • O RMV é o maior encontro sobre música eletrônica e entretenimento do Hemisfério Sul, o Rio Music Conference é um ambiente para fechamento de negócios, networking entre executivos do mercado, artistas e fãs, difusão de informações e, claro, palco de apresentação para os maiores nomes da música eletrônica mundial. Um pólo de convergência do mercado que coloca o Brasil no mapa mundial dos negócios de música e entretenimento, apresentando o país a players internacionais.

De acordo com Alexis, a solução vem sendo utilizada no mercado de marketing promocional, publicitário e principalmente em eventos, como o Rio Music Conference, porque traz um efeito único e é uma atração à parte em qualquer espetáculo. “Nesse mapeamento computadorizado, a superfície dos objetos serve de tela para a projeção em 3D para, em seguida, o computador calcular como a imagem se ajustará com base nas curvas e reentrâncias dos objetos”, afirma.

Quer coisa melhor do que unir arte e tecnologia em um cenário como o do Rio de Janeiro?

Veja mais vídeos da VisualFarm no canal do youtube:

http://www.youtube.com/user/visualfarm

Agradecimentos: Alan Cruz – Voice Comunicação Institucional